Antes e Depois – Mastopexia e Mamoplastia Redutora
Caso A:39 anos, 1 filho. Mastopexia com implantes, dual plane (abaixo do músculo), 240ml, 2 meses após a cirurgia.
Caso B: 38 anos, dois filhos. Mastopexia com implantes, dual plane (abaixo do músculo), 270ml, três meses após a cirurgia.
Caso C: 34 anos, um filho. Mastopexia com implantes, subfacial (acima do músculo), poliuretano, 280ml, três meses após a cirurgia.
Caso D: 39 anos, um filho. Mastopexia com implantes, dual plane (abaixo do músculo), 210ml, sete meses após a cirurgia.
Caso E: 27 anos, um filho. Mastopexia com implantes, subfacial (acima do músculo), 230ml, três meses após a cirurgia.
Caso F: 30 anos. Mastopexia com implantes, subfacial (acima do músculo), 295ml, dois meses após a cirurgia.
Caso G: 30 anos, um filho. Mamoplastia redutora com implantes, subfacial (acima do músculo), 225ml, dois meses após a cirurgia.
Caso H: 41 anos, dois filhos. Mamoplastia redutora sem implantes, cinco meses após a cirurgia.
Caso I: 43 anos, um filho. Mastopexia com implantes, subfacial (acima do músculo), 255ml, um ano e quatro meses após a cirurgia.
Caso J: 42 anos, dois filhos. Mamoplastia redutora com implantes, dual plane (baixo do músculo), 320ml, seis meses após a cirurgia.
Caso K: 32 anos, dois filhos. Mastopexia com implantes, dual plane (baixo do músculo), 270ml, dois meses após a cirurgia.
Caso L: 36 anos, dois filhos. Mastopexia com implantes, subfacial (acima do músculo), 355ml, um mês após a cirurgia.
Caso M: 39 anos, um filho. Mastopexia sem implantes, dois meses após a cirurgia.
Caso N: 46 anos, um filho. Mamoplastia redutora sem implantes, seis meses após a cirurgia.
Informação importante
As imagens exibidas seguem as normas da Resolução CFM nº 2.336/2023, não garantindo resultados específicos, pois cada paciente possui características próprias, como idade, biotipo, condições clínicas e resposta individual à cirurgia.
Além das evoluções satisfatórias, é importante destacar que todo procedimento envolve riscos, possíveis complicações e resultados insatisfatórios, que também fazem parte da prática médica e devem ser considerados durante a decisão.
O objetivo desta galeria é contribuir para o esclarecimento sobre as possibilidades e limitações da cirurgia plástica, sempre reforçando que apenas uma avaliação médica individualizada pode indicar a conduta adequada para cada caso.
Todas as imagens utilizadas receberam autorização das pacientes para publicação.
Riscos e possíveis complicações da mastopexia e da mamoplastia redutora:
A mastopexia e a mamoplastia redutora, com ou sem implantes de silicone, são procedimento seguros quando bem indicados. Ainda assim, como em toda cirurgia, existem riscos e complicações que podem acontecer:
Inchaço (edema): geralmente temporário, mas em alguns casos pode se prolongar.
Dor ou desconforto: varia de paciente para paciente, podendo se tornar persistente em casos raros.
Manchas roxas (hematomas): tendem a desaparecer, mas podem ser mais extensas.
Sangramento durante ou após a cirurgia, podendo necessitar reoperação.
Infecção: geralmente tratada com antibióticos; em casos graves, pode ser necessária a retirada temporária da prótese.
Cicatrizes visíveis ou inestéticas: podem evoluir com alargamento, espessamento, alterações de cor ou formação de queloides.
Alterações de sensibilidade: dormência ou hipersensibilidade nos mamilos ou nas mamas, geralmente temporária, mas que pode se tornar permanente.
Assimetrias: diferenças de tamanho, forma ou posição podem permanecer.
Alterações na pele: manchas claras ou escuras, estrias (permanentes) ou áreas de pele mais fina.
Necrose de pele: perda de vitalidade de pequenas áreas, que pode exigir tratamentos adicionais.
Alterações na amamentação: dificuldade ou ausência de produção de leite em gestações futuras.
Necessidade de retoque ou nova cirurgia: para ajustes de simetria, posicionamento ou resultado estético.
Complicações relacionadas ao implante de silicone:
Além das complicações gerais de qualquer cirurgia, os implantes mamários também podem apresentar situações específicas, como:
Deslocamento ou rotação da prótese: alteração da posição original.
Simastia: quando as mamas parecem se unir na região central do tórax.
Contratura capsular: endurecimento da cápsula que o corpo forma ao redor do implante, podendo causar dor e deformidade.
Ruptura do implante: pode acontecer ao longo dos anos; muitas vezes é silenciosa.
Extrusão: quando a prótese pode se expor através da pele (muito rara).
Infecção do implante: podendo exigir retirada temporária.
Complicações raras, mas descritas na literatura:
Câncer relacionado a implantes (linfoma anaplásico de grandes células associado ao implante mamário – BIA-ALCL);
Síndrome Autoimune Induzida por Adjuvantes (ASIA) ou “Doença do Silicone” – caracterizada por sintomas inespecíficos, como fadiga, dores articulares, alterações na pele ou distúrbios hormonais.
Complicações graves, embora raras:
Trombose venosa profunda e embolia pulmonar (coágulos que podem atingir os pulmões).
Complicações respiratórias ou cardíacas (arritmias, parada cardíaca, insuficiência respiratória).
Reações alérgicas ou adversas a medicamentos e anestésicos.










































