Antes e Depois – Abdominoplastia
Caso A: 41 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome e flancos e costas. Dois meses após a cirurgia.
Caso B: 42 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome, flancos e costas + Correção de hérnia abdominal. Um ano após a cirurgia.
Caso C: 42 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome e flancos. Um ano e 4 meses após a cirurgia.
Caso D: 32 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome, flancos e costas. Três meses após a cirurgia.
Caso E: 31 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome e flancos + Argoplasma. Dois meses após a cirurgia.
Caso F: 38a, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome, flancos, 3 meses após a cirurgia.
Caso G: 50 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome, flancos, 2 meses após a cirurgia.
Caso H: 42 anos, mãe. Abdominoplastia + SAFER + Lipoaspiração de abdome e flancos. Cinco meses após a cirurgia.
Caso I: 45 anos, mãe, cirurgia para retirada da vesícula prévia. Abdominoplastia + Lipoaspiração de abdome, flancos, 3 meses após a cirurgia.
Informação importante
As imagens exibidas seguem as normas da Resolução CFM nº 2.336/2023, não garantindo resultados específicos, pois cada paciente possui características próprias, como idade, biotipo, condições clínicas e resposta individual à cirurgia.
Além das evoluções satisfatórias, é importante destacar que todo procedimento envolve riscos, possíveis complicações e resultados insatisfatórios, que também fazem parte da prática médica e devem ser considerados durante a decisão.
O objetivo desta galeria é contribuir para o esclarecimento sobre as possibilidades e limitações da cirurgia plástica, sempre reforçando que apenas uma avaliação médica individualizada pode indicar a conduta adequada para cada caso.
Todas as imagens utilizadas receberam autorização das pacientes para publicação.
Riscos e possíveis complicações da abdominoplastia:
A abdominoplastia é uma cirurgia segura quando realizada em ambiente adequado e por equipe especializada. No entanto, como em todo procedimento cirúrgico, existem riscos e complicações que precisam ser conhecidos:
Inchaço (edema): geralmente temporário, mas em alguns casos pode ser mais prolongado.
Dor ou desconforto: varia de pessoa para pessoa; pode ser controlada com medicação, mas em raros casos se tornar persistente.
Manchas roxas (hematomas): costumam regredir com o tempo, mas podem ser permanentes.
Sangramento durante ou após a cirurgia, podendo necessitar reoperação.
Acúmulo de líquidos (seroma) ou sangue (hematoma): pode exigir drenagem com agulha ou cirurgia adicional.
Infecção: geralmente controlada com antibióticos, mas em casos mais graves pode ser necessária intervenção cirúrgica.
Abertura do corte cirúrgico (deiscência de sutura): pode atrasar a cicatrização.
Irregularidades ou fibroses: endurecimentos ou áreas irregulares, geralmente temporárias, mas que podem se tornar permanentes.
Cicatrizes visíveis ou inestéticas: podem evoluir com alargamento, espessamento, alterações de cor ou formação de queloides.
Alterações de sensibilidade na pele do abdome: em geral temporárias, mas podem ser permanentes em algumas áreas.
Necrose de pele ou gordura: quando uma área perde vitalidade, podendo exigir curativos prolongados ou cirurgias complementares.
Assimetria do abdome: diferenças naturais entre os lados do corpo podem se manter mesmo após a cirurgia.
Alterações na pele: manchas claras ou escuras, estrias (sempre permanentes).
Complicações graves, embora raras:
Trombose venosa profunda e embolia: formação de coágulos que podem atingir os pulmões ou o cérebro.
Complicações cardíacas: arritmias, alterações de pressão, muito raramente parada cardíaca.
Complicações respiratórias: falta de ar, insuficiência respiratória, pneumotórax (entrada de ar próximo ao pulmão).
Perfuração abdominal: muito rara, mas possível, podendo exigir cirurgia de emergência.
Reações alérgicas ou adversas a medicamentos e anestésicos: variam de leves a graves.
Considerações adicionais:
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de drenos ou novos procedimentos para corrigir complicações.
O resultado estético depende também de fatores individuais, como elasticidade da pele, qualidade dos tecidos, peso corporal e presença de gordura interna (visceral), que não pode ser retirada pela cirurgia plástica.
Alterações de peso após a cirurgia podem comprometer o resultado.































